4a. parte
Como se estivéssemos acordando de um pesadelo, com a noção exata de sentir a existência de cada músculo e articulação do corpo, passamos pelo Aqueduto e, minutos depois, avistávamos nosso ponto de chegada ao longe. Isto resgatou-nos uma energia não-sei-da-onde, e voltamos a correr em um ritmo vitorioso.
Devido à nossa empolgação erramos o cálculo da distância, pois havia uma curva disfarçada pela paisagem, o que nos obrigou moralmente a manter o tal ritmo vitorioso por mais tempo do que esperávamos. Finalmente, às 7h51, exatas vinte e cinco horas e quarenta e um minutos depois, chegamos em frente ao ponto de onde havíamos partido na véspera. Mais uma vitória sobre nós mesmos e nossas fraquezas!
Comemoramos com dois sanduichões e muito leite na padaria mais próxima e com um sono pesado até o meio da tarde. Acordamos planejando nosso próximo desafio...