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A idéia de ser o primeiro brasileiro a cruzar o Grand Canyon correndo surgiu durante uma
conversa com a ultramaratonista americana Cathy Tibbetts, em fins de julho de 99. Cathy,
participante como eu da Marathon des Sables no deserto do Sahara, também possuía no
currículo participações na Maratona do Everest e na ultramaratona do Vale da Morte,
além de adventure races como The Beast of the East. Depois de vários e-mails trocados
freneticamente (como acontece com todas
as pessoas que vibram com o que fazem!),
estávamos decididos. Agora só faltava contar para Lauter Nogueira e Luciana Toscano,
meus preparadores físicos, que eu tinha menos de dois meses para me preparar para mais
esta empreitada. Caras feias à parte, começamos o treinamento em busca do tempo
perdido...
Depois de 48 horas totalmente gastas entre aeroportos, vôos e estradas, cheguei 4.feira (6/10) à noite em Grand Canyon Village, base de onde partiria para a travessia, com o apoio da Wöllner Outdoor e da Hi-Tec.
Passei a 5. feira e a 6. feira
(7 e 8/10) conhecendo o local, caminhando por entre as trilhas, ambientando-me física e
psicologicamente, pois se a visão do canyon é aterradora para qualquer visitante,
imagine para quem pretende cruza-lo correndo...